Festival teve lotação esgotada
Gargalhão sonha com a internacionalização
06-12-2018 | por António Gomes Costa
A 4.ª edição do Gargalhão, Festival de Comédia de S. João da Madeira, foi um “sucesso”. O evento sonha com a sua “internacionalização”, teve lotação esgotada nos dois dias e juntou em palco comediantes como Marco Horácio, Óscar Branco, Carlos Vidal, Fernando Rocha, Alexandre Santos, Hugo Sousa e o anfitrião do evento, Pedro Neves.
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É uma aposta que parece mais do que ganha. A 4.ª edição do Gargalhão – Festival de Comédia de S. João da Madeira, que se realizou, no passado fim-de-semana, na Sala dos Fornos da Oliva Creative Factory, Gargalhão que rima com S. João, “passou a fase de afirmação e chegou ao patamar de consagração”, assegura o mentor do festival Pedro Neves. Tudo porque “não restam dúvidas de que temos em S. João da Madeira o melhor festival de humor do país”.
 Foram dois dias de espetáculos com casa cheia, a que se juntaram também as visitas às fábricas e lares. Pedro Neves enfatiza que com a edição deste ano “resta, agora, dar escala e dimensão internacional” ao Gargalhão, pois enquanto criador do evento “sinto-me muito feliz” e enquanto produtor de eventos “sou um homem realizado”. Agora só pensa na edição de 2019.
O festival juntou em palco Marco Horácio, Óscar Branco, Carlos Vidal, Fernando Rocha, Alexandre Santos, Hugo Sousa e o anfitrião, Pedro Neves, que mais uma vez transformaram a cidade do trabalho na capital do humor.
Durante a semana, o comediante Joel Ricardo Santos fez parar as máquinas em várias empresas de S. João da Madeira. Pequenas pausas “bem-vindas” para descontrair e “rir a bom rir” com as piadas que marcaram esta peregrinação humorística inserida no programa deste ano do Gargalhão.
O humor foi também ao encontro dos seniores nos lares da ACAIS e da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira, com a iniciativa intitulada «Rir não tem idade».

“Festival de humor, abrangente, para diversos públicos”

Em jeito de rescaldo, Pedro Neves lembra que a sua intenção “sempre foi a de criar um festival de humor, abrangente, para os mais diversos públicos, que a curto prazo fizesse de S. João da Madeira a cidade capital do humor em Portugal! Em quatro anos fomos a escolas, fábricas, lares, bombeiros e ainda vamos à CERCI”.  
Este ano houve performances para perto de 1600 pessoas na Sala dos Fornos, 580 pessoas nas fábricas, 130 pessoas nos lares, 25 bombeiros. Para o também professor de turismo, o Gargalhão conseguiu captar e “fidelizar público” e o festival “trouxe os melhores comediantes nacionais dos mais diversos géneros humorísticos”, rematou.
Mas a boa disposição regressa em Janeiro para percorrer as escolas de S. João da Madeira, com João Seabra  a levar o divertidíssimo macaco Sidónio ao encontro dos mais novos, noutra das atividades de grande sucesso de cada edição do Gargalhão, que, desta vez, por motivos imponderáveis, não pôde ocorrer na altura em que se realizou do festival.
 O evento promovido pelo município teve nos dois dias lotação esgotada e surpreendeu os presentes com os vários géneros de humor.
A organização faz um balanço “positivo e extraordinário” de um festival que vai regressar em 2019.

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